Château Margaux e o Silêncio
Era um Château Margaux, agradável bebê-lo sozinho… embora a garrafa dissesse “compartilhável”, eu decidi que ela não sabia do que estava falando. Afinal, quem melhor do que eu para apreciar cada nota frutada, cada suspiro de carvalho francês e cada gota de uva que provavelmente teve uma infância mais feliz que a minha? A noite estava calma, o sofá receptivo, e o silêncio da casa só era quebrado pelo som do vinho se servindo — um glub-glub que soava como poesia líquida. Eu até considerei colocar uma música ambiente, mas achei que seria uma falta de respeito com o vinho. … Continue reading Château Margaux e o Silêncio