Adeus Maneco!
Uma manhã de sol no Leblon, o som de uma bossa nova que parece vir do vento e o cheiro de café fresco sobre a mesa de madeira. Assim era o universo de Manoel Carlos: uma crônica viva que se recusava a aceitar a pressa do mundo moderno. Maneco era um artesão das miudezas. Enquanto outros buscavam o espetáculo do impossível, ele se debruçava sobre a beleza do comum. Sua caneta não distinguia a seda do algodão; para ele, o dilema da grande heroína no casarão tinha o mesmo peso ético e a mesma carga de humanidade que a conversa … Continue reading Adeus Maneco!