O Porto Seguro
Que a alma, essa coisa desatinada que a gente carrega sem saber muito bem o porquê, encontre um amor que seja como uma lareira acesa no meio do mundo. Um calor que nos desmanche por dentro e traga um sossego quase indizível a esta algazarra que é viver. Que haja espantos de alegria bem no meio do nosso tédio cotidiano. Alguém por quem a gente esporeie o tempo, alguém cujo nome, no meio da multidão barulhenta, nos fira como um verso de beleza intocável. Uma música que teima em não calar, o passo certo na dança trôpega dos dias. Ah, … Continue reading O Porto Seguro