A Ponte de si Mesma
Eu estava ali, diante de uma superfície branca. Não era uma parede, não. Era um quadro, pendurado por um barbante que se assemelhava a um cordão umbilical, frágil e persistente. O quadro, continha apenas três linhas de texto, mas parecia conter o peso de um mundo inteiro. Ou talvez, mais assustadoramente, o peso do meu mundo inteiro. CHORE UM RIO INTEIROA primeira instrução chegou como uma onda, não de palavras, mas de sensações físicas. Chorei. Oh, como chorei. Mas não foi o choro que sai dos olhos. Foi um choro que escorria para dentro. Um rio de tristezas acumuladas, de … Continue reading A Ponte de si Mesma